E passam as horas, e os minutos, e os segundos numa infindável sucessão… Repetições cíclicas.
Errar é humano, perdoar é divino e o amor é sublime…ahhh o amor! (suspiros). Existe também o romance…uma bela invenção…ahhh romance faz parte do subjetivo coletivo…subjetividade para as massas. O ser humano, sempre em busca de algo…o alter sempre em busca do ego, eros em eterna procura de sua amada psique.
Recomeçando: errar é humano, perdoar é divino, amar é sublime, romance é humano, trabalhar é desumano, e a noite estrelada é celestial.
E passam os dias, e as semanas, e os meses, numa infindável sucessão de anos. E o que era já foi e o que foi já não é mais.
As coisas tem sempre que fazer sentido, temos sempre que atribuir significado a tudo…vamos significar o mundo!! E atribuir funções…vamos distribuir significantes…e deveres, e direitos, e vontades, e sonhos a serem realizados…
Batalha! Trabalha! Conquista! Faz! Luta! Briga por aquilo que quer!e acorda no outro dia de manhã em sua cama após todos esses sonhos desagradáveis.
Ser feliz mesmo é escolher o que fazer…e eu escolho…(ser petulante o suficiente para escolher o que eu acabei de decidir).
Mas quanta petulância!! Quem você pensa que é?? Quanto egoísmo da sua parte…lembra, temos que fazer parte do todo, respeitar o próximo e ajudar a comunidade…fazem parte da comunidade todos os membros da sua sociedade…e…COMO ASSIM NEM SEQUER SABE O NOME DE SEU VIZINHO??
“Prazer, Epithumia!” Agora, que fomos devidamente apresentados eu gostaria de lhe mostrar minha coleção de…O QUE??? É muito tarde…tenho que correr…com licença!
E a mente flui como um passarinho de asas muitooooooooo grandeeeeeeeeees!!! Voa alto…vai e conquista a liberdade.
Do grande poder de abstração, e pelo direito de não fazer sentido nenhum! E pelo dever para com a mente efêmera e inquietante! Acaba por aqui mais esta transmissão,
Uma boa vida!